30 novembro 2007

A Lina é melhor do que o Paulinho?

Depois de ter sido ignorado na premiação do IAB/SP, o Museu Rodin, em Salvador - criado pelo Brasil Arquitetura - foi o grande vencedor do prêmio da Bienal deste ano. Anunciado ontem à noite, o prêmio da exposição geral de arquitetos destacou com o 2° lugar da categoria projeto executado o Programa Praça Escola, de Nova Iguaçu, realizado pelos cariocas Washington Fajardo (blogueiro! e secretário Adjunto de Projetos Urbanos da cidade), Adriana Sansão, Pedro Évora e Raul Bueno; e quatro menções honrosas: casa na Vila Romana (Fernando de Mello Franco, Marta Moreira e Milton Braga); estúdio fotográfico na Vila Beatriz (André Vainer e Guilherme Paoliello); residência Pouso Alto (Newton Massafumi Yamato e Tânia Regina Parma, que já havia ganho a premiação do IAB/SP de 2004); e casa em Santa Tereza (Angelo Bucci).

Já na categoria projeto não executado, vexame para o IAB/SP e saia justa: ganhou o projeto vencedor do concurso do minhocão, do Zé Alves e da Juliana Corradini, cujo concurso o Instituto desaconselhou seus filiados de participar. Agora, num evento promovido pelo IAB, a proposta é aclamada vencedora! Que chato, heim? E o segundo prêmio da mesma categoria foi para o projeto do papai - ops! -, quer dizer, a Reurbanização Mooca Ipiranga, do Una (que tinha passado em branco na premiação do IAB 2006, perdendo para o Hector...).

Moral da história: quem espera, sempre alcança. Ou então, água mole, pedra dura...

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19 dezembro 2006

Prêmios, prêmios...


Ontem à noite foi divulgado, no Masp (meio vazio), o resultado da premiação do IAB/SP. Algumas surpresas. Bom, Marcelo Suzuki ganhou o prêmio Rino Levi como o Fórum de Cuiabá (imagem que ilustra o post), que havia passado quase incógnito pelo júri da 6ª BIA - que premiou a escola do FDE do MMBB e uma praça particular de Isay Weinfeld.

Outro inesperado resultado do prêmio IAB/SP, que deve ter causado uma úlcera em alguns projetistas: a escola particular de Biselli e Katchborian, que subverte a espacialidade do brutalismo paulista, ganhou das propostas públicas de Bucci/Puntoni e de Ubyrajara Gilioli, que ficaram em segundo plano, com menções honrosas.

Já o Museu Rodin - que inaugura hoje e ganhou um prêmio na Argentina e outro na Bienal de Brasília - não tem valor nenhum para o júri do IAB/SP...

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11 setembro 2006

Brasil em pauta

Não, não estou lembrando os festejos do Ano do Brasil na França; refiro-me ao escritório paulistano Brasil Arquitetura - de Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci - pauta de três publicações recentes.

Um obra deles, o Museu Rodin Bahia, teve a capacidade de encantar os editores das duas únicas revistas de arquitetura do país: ela ilustra as reportagens de capas de ambas. Primeiro, saiu a Projeto, na semana passada; agora, chega aos assinantes a aU. Na primeira olhada, a Projeto parece melhor, graças as fotos do Nelson Kon. A aU, apesar de dar mais destaque as plantas, comete erros infantis na página dedicada a elas.

E para finalizar, um artigo de Hugo Segawa, no caderno Mais! de ontem, também colocou o Brasil Arquitetura em pauta. Neste caso, restam duas perguntas:

1. Por que o Wisnik, crítico da Folha, não fez a resenha?
2. O livro já não é velho demais para ser resenhado em um jornal diário?

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