10 setembro 2007

"...mas desse detalhe eu não estou a par"

E a história da biblioteca de Brasília, heim? Depois de matéria na quinta-feira, rendeu até editorial na Folha de ontem (só disponível para assinantes). O texto de ontem, termina assim:

"Dada a subutilização, o edifício se prova um exemplo tipicamente brasileiro, que se repete em outras esferas públicas, de desperdício de recursos e erros de planejamento. Tais trapalhadas político-administrativas comprometeram um bom projeto, que terá de ser desfigurado para que possa atender aos cidadãos."

É interessante que esse tipo de assunto se torne mais frequente na imprensa em geral (vocês leram o texto na piauí de setembro sobre o absurdo que fizeram no teatro do Reidy?), mas chamar aquilo de bom projeto, não é exagero?

Sobre os problemas no projeto, veja o que diz o projetista: "Eu gosto muito da biblioteca, porque ela está defronte ao museu [da República] e combina bem. É uma biblioteca moderna, com tudo o que é preciso, mas desse detalhe eu não estou a par".

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28 novembro 2006

Reidy na telona


Mais um filme sobre arquitetura: depois de ser exibido no Rio de Janeiro, agora é a vez dos paulistas assistirem ao documentário Lembranças do Futuro, de Ana Maria Magalhães. Ao invés de Gehry e Niemeyer, o foco da película é Affonso Eduardo Reidy.

A temporada paulistana começa hoje, às 20h, no MIS (av. Europa, 158, tel. 0/xx/11/3062-9197) e vai até domingo, dia 3, sempre no mesmo horário. E o melhor: é gratis!

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10 novembro 2006

Reidy novo

Daqui a poucas horas inaugura o Vivo Rio, uma casa de espetáculos que completa - depois de mais de 50 anos! - o projeto do Affonso Eduardo Reidy para o Mam do Rio de Janeiro. O show de abertura, só para convidados, será de Gilberto Gil.

A casa tem capacidade para 2.600 pessoas sentadas ou 5.000 em configuração de pista. A adaptação do projeto é do escritório de Luiz Antônio Rangel. Será que o projeto original foi respeitado?

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