Ontem, a reportagem de Mario Cesar Carvalho na
Folha (só para assinantes do Uol ou do jornal) revelou que a torre ao lado do Masp não será mais construída. A idéia era construir uma torre-observatório patrocinada pela Vivo sobre o edifício Dumont-Adams (imagem que ilustra o post). O texto informa ainda que o museu perdeu três disputas com a Prefeitura de São Paulo e outra na Justiça e que
"nova proposta prevê escola de arte, restaurante e café no edifício Dumont-Adams, que abrigaria ainda parte da administração".
Se a idéia da torre era estapafúrdia, imagine só com o desenho de Júlio Neves, o presidente-arquiteto, que assinava o projeto. Agora, quem está por trás da reestruturação financeira do museu, que deve 10 milhões de reiais, é João Dória Jr.
Da torre escapamos, agora falta saber como será o projeto da escola. Ao ser indagado pela reportagem, Arnaldo Martino, presidente do IAB/SP, defendeu a realização de um concurso para a adaptação do prédio vizinho: "seria a solução mais democrática e o melhor para a cidade", afirmou. Será que é a melhor saída?
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