
E a bagunça na eleição do IAB/SP, heim? Com a chapa impugnada - por diversas irregularidades, entre elas, o fato de não estar completa -, Joaquim Guedes conseguiu uma liminar na justiça, concorreu e ganhou, com 63% dos votos contra 36,9%.
Ganhou, mais ainda não levou.
Um e-mail assinado por Liane Makowski Almeida relata um pouco da confusão. Ela diz que "seria correto, em respeito as instâncias democráticas, que a Comissão Eleitoral no momento do término da contagem dos votos, computasse esses anunciando a vitória da Chapa 2; mas preferiu ignorar o fato, se reunir horas a fim para realizar uma Ata que coloca a decisão para o IAB-Nacional, ainda permitiu que o arquiteto Arnaldo Martino, candidato pela Chapa 1 visse e interferisse na Ata antes de sua conclusão"
E continua: "fatos que talvez não tão relevantes como esses, mas esclarece o comportamento da Comissão, são: quando a fiscal da Chapa 2 (no caso, eu) pedia algum esclarecimento, ou mesmo o microfone para falar, isto sempre era impedido, muitas vezes de forma grosseira, enquanto ao fiscal da chapa 1 (como todo respeito ao colega) isto era permitido de forma tranquila; quando solicitei ao Dácio Ottoni (um dos membros da Comissão) um dos documentos de um dos Núcleos para conferir dados, esse deu um murro na mesa e um berro (além de ridícula, foi até uma cena hilária), enquanto para o fiscal da Chapa 1 apresentava documentos etc. e tal."
No site do IAB não há nada a respeito.
Contudo, a presidência nacional - liderada por Gilberto Belezza (cria de Guedes) -, está buscando uma saída para o impasse. Por enquanto, a chapa da gestão antiga continua no poder, ou seja, não quer largar o osso.
Que briga por migalhas, heim? Será que é pelo Bandeira ou pelo Calder?
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