28 agosto 2006

Up to day 4

Uma pequena entrevista dos badalados arquitetos do SANAA, publicados no site Designboom. O S é de Sejima e N é de Nishizawa. Meio bobinha, espero que seja a tradução mal feita...

Qual é o melhor momento do dia?
S: Pouco antes de ir dormir, quando tudo está finalizado!

Que tipo de música vocês estão ouvindo no momento?
S: Clássica.

Vocês escutam rádio?
S: Não.

Que livros você tem em seu criado mudo?
S: Livros não, só revistas.

Qual sua preferência no mundo da moda?
S: Eu geralmente uso 'commes des garcons'.

Que tipo de roupa você usa?
S: Nenhuma em particular; o que eu preciso usar, eu uso.

Você tem algum animal de estimação?
S: Não.

Quando você era criança, você desejava ser arquiteto?
N: Eu nunca imaginei que seria um arquiteto.
S: Eu também Não.

N: Ela queria ser uma avó! Engraçado! As avós sempre parecem...
S: Elas são relaxadas
N: Felizes e relaxadas.
S: Sim, quando eu era criança eu realmente queria ser uma avó.
N: Sentar no terraço e aproveitar o sol.

Onde vocês trabalham seus projetos?
S: No escritório, basicamente.

Qual projeto lhe deu maior satisfação?
N: Todos os projetos nos trazem satisfação e reflexão. E nós precisamos desta duas coisas para dar o próximo passo.

Qual o tipo de programa que vocês mais gostam de trabalhar?
S: Escola, mas nós nunca tivemos esta experiência.
N: Sim, ela gostaria de fazer um edifício público para crianças.
S: Ele gostaria de fazer uma igreja.

Vocês discutem seu trabalho com outros arquitetos?
N: Sim, na sociedade japonesa, nós sempre organizamos debates, 'oficialmente' entre outros arquitetos, e nós tentamos criticar uns aos outros...
S: E é usual fazerem algumas críticas.
N: Sim, em encontros de arquitetura, ou em simpósios. Mas as vezes fazemos isso em bares...para elogiar uns aos outros (risos).

Defina seu estilo, como se fosse um amigo descrevendo ele...
N: Coerente, consistente, sempre fazendo a mesma coisa. Um de nós tem a grande capacidade de preocupar-se em como criar uma relação entre dentro e fora, é muito importante para nós falar sobre isso.
S: E também as proporções. Eu acredito não em 'boa proporção' mais em escala e como isso se dispõe na área. Quando usamos vidro ou uma pela ou uma parede de concreto, isso depende, na maioria das vezes, da área.

Vocês podem descrever a evolução do trabalho de vocês desde o primeiro projeto até hoje?
N: Eu não sei da onde começar, nós fundamos o escritório SANNA em 1995 e dez anos já passaram desde então. Antes disto, a maior parte de nosso trabalho era em planejamento, entro de outro tipo de organização.
S: Provavelmente, nosso interesse agora é mais em como organizar 'um programa' de um edifício - o layout dos ambientes e como as pessoas se movem lá dentro. E também nos interessamos em fazer uma relação entre o 'programa' e a área externa e como ela se ajusta a vizinhança. Em nossos projetos nós temos diferentes exigências quando os lugares são diferentes, nós tentamos achar nosso caminho.

Existe alguns arquitetos do passado que vocês apreciem?
S: Muitos.
N: Le Corbusier, Mies van der Rohe, Oscar Niemeyer. Este é o trio inesquecível para mim.

E dos que ainda estão trabalhando?
N: Frank Gehry, Rem Koolhaas, Álvaro Siza...

S: Para mim é difícil dizer alguns, existem muitos que eu gosto.

Vocês tem algum conselho para os jovens?
N: Pratiquem.
N e S: Continuem

O que vocês temem no futuro?
S: Eu sempre temo o futuro mas ao mesmo tempo eu estou olhando em busca dele. Estamos aptos para enfrenta-lo.
N: Bom, pessoalmente, estou muito preocupado com meu futuro por que eu não sei o que irá acontecer! Eu faço planos, mas não posso prever.

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